Sexta-feira, 13 de Abril de 2007

...

 

 

Oh meu inquebrável ser,
Aqui onde não me chega o teu desprezo,
chega-me o teu adocicado suor,
que me prende, sem pudor,
às garras desmedidas de teu amor.
Oh minha infindável precisão,
me perco, desorientado,
em caminhos moribundos
que me cegam para a visão deste e de todos os mundos.
Renego a paz, mas trago a calma.
Elevo o corpo, mas estrago a alma,
num turbilhão de beijos, perigos e desejos.
Acorrento-me a uma vida, a um olhar, a uma pele, ao terno odor que é te amar.
Percorro, em meu refúgio, a única verdade
que sempre foi verdade:
a pureza daquilo que existe e que não poderia existir.
Que não pode existir!
Mas...

Louvo!...
Sim louvo o teu amor.

 

 

(Maldita mentira,
aquela a que me obrigo a ceder)

 

música: (another song) all over again

Sentido por Angel of Obscurity às 00:54
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